Captação sem exclusividade
Você corre atrás do imóvel que outras seis imobiliárias já têm, briga por preço e entrega margem. O jogo do alto padrão começa antes: em como você chega no proprietário.
O Shark Day Trainer não é palestra. É a Shark aberta de dentro para fora: como a gente capta com exclusividade, precifica sem medo, apresenta imóvel de milhões e fecha — o mesmo processo que roda na operação hoje, contado por quem assina o resultado.
Todo mundo do alto padrão anuncia no mesmo portal, tira foto com o mesmo celular e manda o mesmo áudio de "boa tarde, tudo bem?". O que separa quem fatura de quem espera não é o portfólio — é o método por trás de cada etapa.
Você corre atrás do imóvel que outras seis imobiliárias já têm, briga por preço e entrega margem. O jogo do alto padrão começa antes: em como você chega no proprietário.
Imóvel caro parado é imóvel mal precificado — e o corretor é quem paga a conta em visita perdida. Precificar é conversa técnica com o dono, não negociação de desconto.
Quem compra uma casa de milhões não compra metragem. Se a sua apresentação é uma lista de cômodos, você está vendendo planilha para quem quer história.
Do café da manhã ao fim da tarde, dentro da Shark, Bruno Ivanoff destrincha o que a imobiliária faz na prática — com os documentos, os scripts, as apresentações e os números reais da casa. Nada de slide motivacional: a cada bloco você sai com uma peça pronta para aplicar na segunda-feira.
A turma é de 20 porque o formato exige. Na última hora do dia, cada participante coloca um caso real na mesa e recebe a leitura do Bruno na frente de todo mundo. Isso não escala para 200 pessoas — e é justamente por isso que funciona.
Cinco blocos de conteúdo, dois intervalos de networking e uma última hora que é só sua.
Chegada, crachá e café na Shark. Vinte pessoas se conhecendo antes de qualquer slide.
Como se constrói uma marca que o proprietário procura, em vez de perseguir. Boutique imobiliária na prática: o que entra, o que a gente recusa e por quê. E o erro de precificar o seu trabalho pelo que o concorrente cobra.
Como entrar em Alphaville, Tamboré e afins sem ser mais um. Abordagem ao proprietário, a conversa que antecede a autorização, o documento que fecha o acordo e a rotina de relacionamento que faz o imóvel voltar para você.
O método que a Shark usa para entender o que o cliente quer antes de mostrar qualquer imóvel — e como isso vira preço defensável, com dado, comparativo e argumento. Inclui a conversa difícil: dizer ao dono que o imóvel dele não vale o que ele acha.
Por que a Shark contrata fotógrafo e filmmaker em vez de tirar foto no celular. O que postar, o que nunca postar, como transformar um imóvel em história e como usar o digital para chegar ao cliente de alto padrão sem parecer anúncio.
Condução da proposta, contraproposta e o momento em que a maioria dos corretores entrega dinheiro sem perceber. Objeção de comissão, permuta e o pós-fechamento que gera a próxima indicação.
Cada participante traz uma captação travada, uma negociação parada ou uma carteira sem giro. Bruno e Victor abrem o caso na frente da turma e devolvem o plano. É a hora que ninguém esquece.
Fechamento do dia, entrega do material e brinde com a turma.
Bruno é filho e neto de corretores. Aos 14 anos, o primeiro emprego foi na imobiliária do pai — e foi ali, entre pasta de matrícula e visita de fim de semana, que ele aprendeu o processo inteiro antes de aprender a vender. Aos 17 tirou o CRECI e passou para o outro lado do balcão.
Em 2018 fundou a Shark com uma ideia que soava estranha no mercado da região: tratar imobiliária como boutique, não como vitrine. Investiu em fotógrafo e filmmaker profissional quando o padrão era foto de celular, criou o Shark Dive — o método de mergulhar no desejo do cliente antes de mostrar qualquer imóvel — e apostou em conteúdo digital enquanto o setor ainda desconfiava de rede social.
Deu certo. A Shark virou referência de alto padrão em Alphaville, atendeu nomes que a região inteira reconhece e se tornou a primeira imobiliária a abrir loja dentro de um shopping — a operação hoje ocupa o Alpha Square Mall, além das unidades em São Paulo e no interior.
O Day Trainer é a primeira vez que esse processo sai de dentro da casa.
Se Bruno é a cara da Shark para fora, Victor é quem segura a operação por dentro. Sócio e diretor da casa, ele responde pela máquina que sustenta o discurso: equipe, rotina comercial, controle de carteira e a disciplina que faz um método deixar de ser ideia e virar processo repetível.
É a metade da história que ninguém conta no palco: dá para ter o melhor pitch do mercado e ainda assim perder a venda por falta de acompanhamento. No Day Trainer, Victor entra nos blocos de gestão e de rotina — como organizar o funil, como cobrar a equipe sem sufocar e como transformar um dia de treinamento em mudança que sobrevive à segunda-feira.
Não é anotação de caderno. É material que a Shark usa, adaptado para a sua realidade.
A conversa que antecede a exclusividade, do primeiro contato ao aceite.
O documento que protege o seu trabalho — e como apresentá-lo sem assustar o dono.
Comparativos, critérios e o argumento técnico para segurar preço.
As perguntas que revelam o que o cliente quer antes da primeira visita.
Como montar a peça que faz o cliente pedir para visitar.
O que publicar por semana para virar referência no seu bairro.
Respostas testadas para as travas que aparecem sempre no fim.
O painel simples que mostra se a sua semana teve venda dentro ou não.
Porque o valor do dia não está no que é dito do palco — está no que é respondido. Com 20 pessoas, Bruno consegue olhar a carteira de cada um, abrir o caso de cada um e sair da sala sabendo o nome de todo mundo.
Turma de 200 vira evento. Turma de 20 vira reunião de trabalho. É esse o produto.
20 assentos. Quando acabar, acabou — a próxima turma não tem data.
O dia inteiro com quem construiu a operação, não com instrutor contratado para repetir o material.
Dá para interromper, discordar e trazer o caso feio. É onde o conteúdo vira decisão.
Dezenove profissionais do mesmo nível na mesma sala. Parceria de captação começa assim.
O valor cheio do Day Trainer é R$ 5.500. Quem entra agora, na primeira turma, paga menos.
Válido para as 20 primeiras inscrições
à vista · ou 12x de R$ 416,41 no cartão
A vaga só é confirmada após a conversa com o time da Shark. Sem enrolação: se o seu momento não for esse, a gente fala na hora.
Preencha abaixo. O time da Shark chama no WhatsApp para confirmar o seu perfil e liberar o pagamento.
Um dia dentro da operação custa menos que uma venda perdida por falta de método. E a conta de quem fica de fora ninguém publica.
De R$ 5.500 por R$ 4.997 — condição válida para as 20 primeiras inscrições.